Revista Brasileira para Cegos Ano LXXIV, n.o 543, outubro/dezembro de 2016 Ministério da Educação Instituto Benjamin Constant Publicação Trimestral de Informação e Cultura Editada na Divisão de Pesquisa, Documentação e Informação Impressa na Divisão de Imprensa Braille Fundada em 1942 pelo Prof. José Espínola Veiga Av. Pasteur, 350/368 -- Urca Rio de Janeiro-RJ CEP: 22290-240 Tel.: (55) (21) 3478-4458 E-mail: ~,rbc@ibc.gov.br~, Site: ~,http:ÿÿwww.ibc.~ gov.br~, Livros Impressos em Braille: uma Questão de Direito

Diretor-Geral do IBC João Ricardo Melo Figueiredo Comissão Editorial Daniele de Souza Pereira João Batista Alvarenga Leonardo Raja Gabaglia Maria Luzia do Livramento Raffaela de Menezes Lupetina Regina Celia Caropreso Revisão Paulo Felicíssimo Ferreira Equipe Adaptação DIB Distribuição gratuita de acordo com a Lei n.o 9.610 de 19/02/1998, art. 46, inciso I, alínea *d*. Arquivo da revista disponível para impressão em Braille: ~,http:ÿÿwww.ibc.gov.brÿ?~ itemid=381~, ¨ I Sumário Editorial ::::::::::::::: 1 Os 10 anos da Lei Maria da Penha ::::::: 3 Indispensável sobrevivência :::::::::: 8 Tirinhas :::::::::::::::: 13 Pensamentos ::::::::::::: 16 No Mundo das Artes João Carlos Martins ::: 17 Maravilhas do Mundo Sicília -- Diferente e pouco italiana ::::::::: 25 Direitos de Todos :::::: 33 Nossa Casa ::::::::::::: 38 Vida e Saúde ::::::::::: 44 Culinária ::::::::::::::: 52 Humor ::::::::::::::::::: 57 Espaço do Leitor ::::::: 58 Editorial A realização dos jogos paralímpicos no Rio de Janeiro trouxe à luz alguns problemas das pessoas com deficiência, evidenciando, sobretudo, os obstáculos à acessibilidade. Por isso, findas as competições, é oportuno inquirirmos: O que sobra das arenas esportivas cariocas? O evento vai inspirar novos atletas? As questões acerca da acessibilidade serão resolvidas? Sem dúvida, a maior preocupação no ir e vir da vida diária, tanto quanto na realização de tarefas simples, particulares ou do exercício profissional, é a falta de acessibilidade, definida esta pelo inciso I do art. 3º, da Lei n.o 13.146, de 06-07-2015, abaixo transcrito:

"I -- acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de ou- tros serviços e instalações abertos ao público, de uso pú- blico ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida." Agora, que o Brasil já não ocupa o centro das atenções mundiais, não podemos deixar cair no esquecimento: Este interesse pela causa permanecerá ou deixará de existir? Temos de continuar cobrando das autoridades soluções viáveis para garantir os direitos da pessoa com deficiência.

Vocabulário Inquirir: v. Perguntar, questionar. Revisado por Paulo Felicíssimo Ferreira õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Os 10 anos da Lei Maria da Penha Maria da Penha Maia Fernandes, biofarmacêutica cearense, foi vítima de violência doméstica por 23 anos durante seu casamento com o professor universitário Marco Antonio Heredia Viveros, colombiano. Em 1983, ele tentou assassiná-la com um tiro nas costas, enquanto dormia. Viveros foi encontrado na cozinha, gritando por socorro, alegando que tinham sido atacados por assaltantes. Desta primeira tentativa de homicídio, Maria da Penha saiu paraplégica. Na segunda, meses depois, Viveros a em- purrou da cadeira de rodas, para eletrocutá-la debaixo do chuveiro. Apesar de a investigação ter começado em junho do mesmo ano, a denúncia só foi apresentada ao Ministério Público Estadual em setembro de 1984, e o primeiro julgamento só aconteceu em 1991, havendo os advogados do marido logrado anulá-lo. Em 1996, Viveros foi condenado a dez anos de prisão, mas recorreu da sentença. Mesmo após 15 anos de luta e pressões internacionais, a justiça brasileira ainda não decidira sobre o caso, nem dera justificativa para tanta demora. Mas, com a ajuda de ONGs, Maria da Penha conseguiu apelar à Comissão In-

teramericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos -- OEA, que acatou, pela primeira vez, uma denúncia de violência doméstica. Finalmente, Viveros foi preso em 2002, embora haja cumprido, apenas, dois anos de reclusão. O processo da OEA também condenou o Brasil por negligência e omissão quanto à violência doméstica. Uma das punições foi a recomendação de que se criassem leis efetivas no combate a tais crimes. Então, um grupo de entidades reuniu-se e apresentou um anteprojeto de lei, definindo os tipos de violência doméstica e familiar contra as mulheres e estabelecendo mecanismos para evitá-los, além da obrigatoriedade de prestar assistência às vítimas. Por fim, em setembro de 2006 entrou em vigor a Lei n.o 11.340, fazendo com que a violência, física ou sexual, contra a mulher deixasse de ser tratada como crime de menor potencial ofensivo, englobando, ainda, o assédio moral, a violência psicológica e a patrimonial, não sendo permitido o pagamento de multa ou qualquer pena alternativa à de reclusão. Em 2007, ocorreu uma queda nos números e nas taxas de violência contra a mulher. Mas, desde 2008, os índices voltaram a crescer. Só em 2014, foram mortas 4.832, uma média de 13 por dia. A taxa de assassinatos de mulheres no país é de 4,8 para cada 100 mil, o que nos coloca na vergonhosa quinta posição, entre 83 nações, no *ranking* mundial de crimes desta natureza. Em 2014, pelo menos 106.824 brasileiras precisaram de atendimento mé-

dico por violência física ou sexual. Fontes, com alterações: ~,http:ÿÿwww.observe.ufba.~ brÿlei{-mariadapenha~, ~,https:ÿÿwww.~ estrategiaconcursos.com.brÿ~ blogÿatualidades-os-10-~ anos-da-lei-maria-da-penha-~ e-violencia-contra-mulherÿ~, Vocabulário Logrado: Particípio de lo- grar, igual a conseguir. Reclusão: s. f. Prisão em regime fechado. Revisado por Paulo Felicíssimo Ferreira ::::::::::::::::::::::::

Indispensável sobrevivência Desde que nós, humanos, passamos a nos organizar em grupos cada vez mais numerosos e complexos na longa história da evolução da espécie, tivemos que aprender, cada vez mais, a conviver e lidar com pessoas ao nosso redor. Como parte das necessidades básicas dos relacionamentos, desenvolvemos uma série de habilidades, estratégias e emoções. Confiar é uma delas! Assim como dividir, rir, negociar, aceitar, mandar, obedecer, lutar, defender, evitar, entre inúmeras outras. Confiar talvez fosse uma ação arriscada em diversas situações, criando armadilhas, muitas vezes fatais, para nossos antepassados, principalmente em momentos de disputas e guerras. Por outro lado, a confiança nos outros pode ter permitido a formação de alianças cada vez mais poderosas, capazes de vencer grupos rivais menores e menos organizados. Há um pouco de inato no confiar. Muitos outros animais "arriscam" essa confiança em indivíduos da mesma espécie ou, em algumas outras situações, até em seres de origens diversas. Às vezes dá certo; outras, não! Mas confiança, com a consciência e a percep- ção do ato em toda a sua dimensão, é possivelmente quase exclusiva dos humanos. Uma pitada de instinto, muito treino e aprendizado. Ao sair de casa para caçar com os aliados, os humanos ancestrais "confiavam" em que suas parceiras se manteriam fiéis e, portanto, a prole pela qual ele lutava e que devia alimentar carregava seus genes. Confiava, também, que os demais machos do bando respeitariam seu território e sua parceira. Eram os primórdios da monogamia e das famílias humanas. Em paralelo, eles confiavam seu apoio a alianças e líderes, talvez mais poderosos ou mais bem relacionados, que poderiam garantir a sobrevivência e a segurança dos grupos. Assim, a política também dava seus primeiros passos. Aliás, é bom lembrar que política é prática comum entre outros grandes primatas, como nossos aparentados chimpanzés. Com a parceira, os amigos, os familiares, os aliados e os líderes, as relações de confiança foram construindo um novo modelo de convivência. Não é à toa que até hoje confiar está na base de nossos relacionamentos afetivos, nossas amizades, nossas relações de trabalho e nos processos de escolha de nossos guias e líderes. Mas a quebra de con-

fiança tem conserto? Nas sociedades mais modernas, mais individualistas, com limites éticos mais flexíveis, a resposta é variável; mas, em teoria, há alternativas e arranjos que podem perdoar eventuais "derrapadas", tanto no nível pessoal como nos acertos sociais e políticos. É claro, a depender da gravidade e do impacto gerados por essa "que- bra". Em vez de aniquilar, de "zerar" o que falhou, pode ser uma boa ideia olhar para as causas, para o entorno, para a situação que gerou a crise, como forma de tentar entender, corrigir e repactuar um novo caminho. Pode ser uma nova chance para namoros, casamentos, vínculos de trabalho ou mesmo para o renascimento de um grupo ou de um país. E você, depois de uma ruptura, consegue se imaginar voltando a confiar nos amores, amigos, colegas, chefes e políticos? Por Jairo Bouer Fonte: ~,http:ÿÿwww.~ livrariacultura.com.brÿ~ revistadaculturaÿ~ colunistasÿindispensavel-~ sobrevivencia~, Vocabulário Aniquilar: v. Reduzir a nada; destruir. Em paralelo: loc. adv. Paralelamente, do mesmo modo, semelhantemente. Entorno: s. m. Vizinhança; área que serve de limite à habitação de alguém ou de um grupo; ambiente. Inato: adj. Que já nasce com o indivíduo. Monogamia: s. f. Casamento com uma só pessoa. Primórdios: s. m. pl. Origem, princípio. Repactuar: v. Refazer um pacto, um contrato, um acordo; recombinar. Ruptura: s. f. Quebra de relações pessoais ou sociais; rompimento. Revisado por Paulo Felicíssimo Ferreira :::::::::::::::::::::::: Tirinhas Mafalda Autor: Quino (1932), Argentina. _`[{tirinha em quatro quadrinhos_`] Quadrinho 1 -- A Professora, em pé, de costas para o quadro, onde está escrito

"pa, pe, pi, po, pu", fala: “Vamos ver, Manolito, uma palavra que comece com *p*.” Quadrinho 2 -- Mafalda pensa: “Chi... Vai ver que ele vai falar aquele pala- vrão.” Quadrinho 3 -- Manolito, em pé, responde: “Política”. Quadrinho 4 -- Mafalda diz: “E falou mesmo!” _`[{tirinha em quatro quadrinhos_`] Quadrinho 1 -- A mãe de Mafalda está sentada, pintando as unhas das mãos. Mafalda, em pé, ao seu lado pergunta: “Mãe, com quantos anos a gente fica velha?” Quadrinho 2 -- A mãe responde: “Depende, Mafalda, na verdade não é uma questão de anos, mas de manter o espírito jovem.” Quadrinho 3 -- Mafalda fica pensativa. Quadrinho 4 -- Mafalda pergunta: “Tudo bem, mas e o espírito... Com que idade ele começa a precisar de maquiagem?” _`[{tirinha em dois quadrinhos_`] Quadrinho 1 -- Miguelito e Mafalda, que lê um jornal, estão sentados no meio-fio, conversando. O menino diz: “É, tudo bem, trabalhar para ganhar a vida, claro!” Quadrinho 2 -- Ele pergunta: “Mas por que é preciso desperdiçar a vida que a gente ganha trabalhando para ganhar a vida?” Mafalda do- bra o jornal e fica pensativa. Adaptado e revisado pela Comissão Editorial õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Pensamentos "Os que acreditam que com dinheiro tudo se pode fazer estão indubitavelmente dispostos a fazer tudo por dinheiro." (Autor desconhecido) "Palavras ríspidas e argumentos pobres nunca resolveram nada." (Provérbio chinês) "Não compense na ira o que lhe falta na razão." (Provérbio chinês) "Por trás de acusações maldosas há sempre um argumento fraco." (Provérbio chinês) "O mais importante na comunicação é ouvir o que não foi dito." Peter F. Drucker (1909-2005) "Não é triste mudar de ideias; triste é não ter ideias para mudar." Barão de Itararé (1895-1971) “As melhores e mais belas coisas do mundo não podem ser vistas ou tocadas. Elas devem

ser sentidas com o coração.” Helen Keller ê1880-1968ã Vocabulário Indubitavelmente: Sem dúvida, com toda certeza. õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo No Mundo das Artes João Carlos Martins João Carlos Martins é pianista e maestro brasileiro, considerado um dos maiores intérpretes de Bach. Nasceu em São Paulo, no dia 25 de junho de 1940. Na adolescência, já tinha fama mundial como um inventivo intérprete deste compositor. Com 21 anos, fez sua estreia no Carnegie Hall, com lotação esgotada. Atuou em grandes orquestras americanas, gravou

a obra completa de Bach para piano. Em 1965, Martins vivia em Nova Iorque, quando foi convidado para integrar o time profissional da Portuguesa num jogo treino realizado no Central Park. Toda a felicidade por jogar pelo seu time de coração se transformou em desespero em apenas um segundo. Uma jogada isolada, um lance tido como normal, uma queda aparentemente boba... uma perfuração na altura do cotovelo, que atingiu o nervo ulnar. Este "pequeno acidente" provocou atrofia em três dedos de sua mão, impossibilitando-o de tocar seu amado piano por um ano inteiro. A recuperação foi longa e complicada, fazendo com que o maestro tocasse com dificuldade até os 30 anos. Mas esse foi apenas um dos percalços que João Car-

los teve que superar em toda a sua vida. Sempre lutando e vencendo Depois do acidente no Central Park, João Carlos Martins voltou ao Brasil, onde começou uma carreira como empresário de música e boxe. Após longos períodos de fisioterapia, o maestro voltou aos palcos e, mesmo com a dificuldade, as críticas eram as melhores possíveis. No entanto, novamente ficou impossibilitado de tocar, devido a Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). Apesar de mais uma adversidade, não desistiu de sua carreira: fez diversas adaptações e voltou a tocar em 1979. Até 1985, fez 10 discos de Bach, conseguindo gravar, posteriormente, quase todas as obras do famoso compositor alemão. Em 1995, mais uma vez João Carlos Martins foi derrubado pelo destino e novamente se recusou a ficar no chão. Durante um assalto na cidade de Sófia, na Bulgária, onde gravava a obra de Bach, recebeu uma pancada com barra de ferro na cabeça. A lesão cerebral afetou a outra mão. Com operações e após fisioterapias, tocou até 2002, quando dores insuportáveis interromperam sua carreira. Outro sofrimento surgiu com um tumor na mão esquerda, seguido da doença de Dupuytren, contratura na qual os dedos não ficam plenamente estendidos e tendem a se flexionar em direção à palma da mão, o que impossibilitava de tocar profissionalmente. Depois de 20 cirurgias para tentar recuperar o movimento das mãos e 6 interrupções na carreira, pro- blemas neurológicos o obrigaram a abandonar o piano e se dedicar à regência. Como essas complicações neurológicas limitavam o movimento dos braços, impediam-no de virar uma página de partitura e segurar a batuta, iniciou seus estudos de regência e virou o jogo: passou a reger com gestos elétricos; não usava batuta, mas decorava as partituras. Apresentou-se em Londres, Paris e Bruxelas como regente convidado, realizando aplaudidas apresentações. Na carreira de maestro, ele criou uma orquestra de profissionais e outra de jovens talentos, alguns dos quais re- crutados na periferia de São Paulo. Mais tarde, ambas se fundiram na atual Filarmônica Bachiana SESI-SP. Ao conciliar a regência com o trabalho social, ensinando música a jovens, o maestro resgatou a si mesmo. Em 2007 e 2008, apresentou-se no Carnegie Hall, com sua Bachiana. No dia 19 de setembro de 2010, retornou a Nova Iorque, na sua mais nova encarnação: a de maestro, regendo a Bachiana Filarmônica, no Lincoln Center, com a participação do pianista Artur Moreira Lima. A crítica do *New York Times* elogiou a orquestra e atribuiu-lhe um adjetivo que o envaideceu: "o indomável". Em 2012, João Carlos Martins se submeteu a uma cirurgia no cérebro para a implantação de eletrodos, com um estimulante eletrônico no peito, com a função de recuperar os movimentos da mão esquerda. Em 10 de junho de 2014, recebeu o título de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, em Portugal. Esta história de superação nos mostra que ele não se entregou na primeira dificuldade que a vida lhe impôs muito menos na última, continuando a lutar até hoje. Um exemplo de vida, automotivação e superação. Fontes, com alterações: ~,https:ÿÿwww.ebiografia.~ comÿjo{-o{-carlos{-~ martinsÿ~, ~,http:ÿÿwww.ibccoaching.com.~ brÿportalÿexemplo-de-~ superacaoÿconheca-maestro-~ joao-carlos-martins-~ historia-de-superacaoÿ~, Vocabulário Atrofia: s. f. Falta de desenvolvimento ou perda de alguma faculdade mental, algum membro ou algum dos sentidos.

Eletrodo: s. m. Condutor metálico por onde uma corrente elétrica entra num sistema ou sai dele. Percalço: s. m. Transtorno, dificuldade. Periferia: s. f. A região mais afastada do centro de uma cidade, em geral carente de serviços essenciais e habitada pelas populações de baixa renda. Resgatar: v. Obter à custa de sacrifício. Ulnar: adj. Nome dado ao nervo e também ao osso piramidal do carpo, porção do esqueleto entre o cotovelo e a mão, formada por oito ossos em duas fileiras de quatro. Revisado por Paulo Felicíssimo Ferreira õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo

Maravilhas do Mundo Sicília -- Diferente e pouco italiana Visitar a Sicília é descobrir uma Itália completamente diferente e pouco italiana. Com a mistura de culturas, a região tornou-se um ponto interessantíssimo, com cores, aromas e sabores diferentes do resto da Itália. Aqui, as escolas de literatura e arte se mesclam, e as marcas da sua arquitetura encontram-se nos prédios, escolas, igrejas, museus e monumentos. Pelos caminhos estreitos, as pontes românticas e a gritaria dos mercados de rua, percebem-se a riqueza e o encanto guardados em cada cidade, cada cantinho e cada siciliano. A ilha é composta pelas seguintes províncias: Palermo (a capital), Catania, Siracusa, Agrigento e Taormina, muito conhecidas e procuradas pelos turistas; Caltanissetta, Enna, Messina, Ragusa e Trapani. A beleza das cidades da Sicília é impressionante, assim como o grande número de habitantes e de lugares para se visitar. O povo siciliano é muito acolhedor e nisto se parece bastante com o brasileiro: mesmo que não falem a sua língua, de um jeito ou de outro, tentam entendê-lo. Ainda que o conheçam há somente cinco minutos, já o convidam para um almoço com a família. Se você pede informações sobre como chegar a um lugar, muitas vezes o acompanham pessoalmente. E, para puxar conversa, então, é no ponto de ônibus, na fila do banco, na sala de espera do médico... Os sicilianos adoram falar da própria vida e fazer perguntas sobre a sua! A vida na Sicília não é fácil, mas tudo apresenta um ritmo mais lento e suave. As cafeterias e bares vivem cheios, pois uns não têm pressa de chegar ao trabalho, e outros não possuem ocupação alguma. Nas cidades pequenas e bairros populares, as pessoas ainda sentam à porta de casa para jogar conversa fora. É provável que os ônibus e trens atrasem. As pessoas almoçam entre 13:30 e 14:00 h; jantam depois das 21:00 h. A escritora americana Francine Prose escreveu, no livro "Odissea Siciliana", o seguinte: "É fácil ser feliz na Sicília, mas é uma operação que requer, além da adaptação cultural, uma adaptação biológica: é preciso aprender a viver o tempo do jeito siciliano".

Não deixe de conhecer Há quem diga que a Sicília é um museu ao ar livre, como ocorre nas regiões de Agrigento e Palermo. Só de sítios arqueológicos são mais de 260 catalogados, entre conjuntos de templos, anfiteatros gregos, fortalezas, torres, igrejas, palácios... Está tudo ali, lado a lado, um pouco de todos os povos e culturas que passaram pela ilha ao longo de séculos. A emoldurar esse cenário temos um mar cristalino de águas mornas e límpidas. Vulcão Etna É o mais alto da Europa e um dos mais elevados do Mundo, mas a sua altura pode variar devido às frequentes erupções -- é um dos mais ati-

vos vulcões da Terra e está praticamente em constante erupção. Vez por outra pode ser bastante destrutivo; mas, em geral, as erupções não oferecem grandes riscos às populações das localidades próximas. Catania É a cidade mais ligada ao Etna, e muitas das suas construções foram feitas com a lava negra do vulcão. Por esta mesma proximidade, a cidade foi destruída muitas vezes -- a maior parte de seu contorno atual pertence ao século XVIII, quando ruas mais largas e construções baixas foram feitas para evitar efeitos de terremotos e diminuir as consequências de uma erupção.

Vale dos Templos Conjunto arqueológico situado perto de Agrigento, no sul da Sicília. Agrigento começou a ser construída a partir do ano 580 a.C., no território antes conhecido como Magna Grécia. Todos os templos do vale foram construídos depois dessa data. A "zona arqueológica de Agrigento" foi considerada Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1998 e é um dos principais destinos turísticos da ilha. Compreende uma ampla zona sagrada na parte sul da antiga cidade, onde se construíram, durante os séculos V e VI a.C., sete templos monumentais em estilo dórico. Atualmente escavados e parcialmente restaurados, constituem parte dos edifícios gregos mais antigos e mais bem conservados fora da Grécia. ¨ Segesta Aqui se encontram alguns dos templos helênicos mais importantes do Mundo devido ao ótimo estado de conservação, além de um teatro com capacidade para 3.000 pessoas ainda muito bem conservado. Cefalù É outra cidade histórica, toda murada e debruçada sobre o mar. Antiga vila de pescadores, hoje é um dos lugares mais chiques da Sicília e, ao lado da igualmente bela Taormina, disputa a preferência dos turistas. Taormina É o mais famoso centro turístico da Sicília, perfeito

para se familiarizar com o po- vo, a culinária e a cultura siciliana. Fontes, com alterações: ~,http:ÿÿ~ descobrindoasicilia.comÿ~, ~,http:ÿÿwww.aproximaviagem.~ ptÿn10ÿ08{-sicilia.html~, Vocabulário Dórico: adj. Diz-se do mais antigo tipo de arquitetura grega, distinta das outras pela solidez e por as colunas não terem base. Helênico: adj. Relativo à Grécia antiga (Hélade), seu natural ou habitante. Revisado por Paulo Felicíssimo Ferreira õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo

Direitos de Todos Os direitos de quem está com o nome sujo na praça Inadimplência em números O SPC Brasil e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas estimam que 57,3 milhões de consumidores estavam listados em cadastros de inadimplentes, em agosto, por pendências com atraso de pagamento. O número representa cerca de 39% da população brasileira adulta, entre 18 e 95 anos. Ao longo deste ano, 2,7 milhões de nomes foram incluídos nos cadastros de inadimplentes. Cobrança de débitos De acordo com o artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor, na cobrança de débi-

tos, o consumidor inadimplente não deverá ser exposto ao ridículo, nem submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça. O credor não pode ligar fazendo ameaças, repassar dados para que terceiros saibam da existência da dívida e interferir no trabalho, descanso ou lazer do consumidor, sob pena de detenção de três meses a um ano e multa. Comunicação prévia De acordo com o artigo 43 do CDC, a inserção do nome do consumidor em cadastros ou bancos de dados de inadimplência exige comunicação prévia por escrito. Além disso, esse aviso deve ser feito de forma eficaz, oferecendo a possibilidade de exercer seu direito à defesa, em tempo hábil, para que possa corrigir ou impedir

a inclusão do seu nome no ca- dastro. O Superior Tribunal de Justiça confirma a necessidade do envio da comunicação, mas é dispensado o aviso de recebimento, bastando que seja comprovada a sua postagem para o endereço informado pelo consumidor ao credor e por este encaminhado ao banco de dados. Parcelamento da dívida Quando o consumidor faz um acordo, parcelando a dívida, o credor deve retirar o nome do devedor dos cadastros de restrição ao crédito a partir do pagamento da primeira parcela do acordo ou da entrada, já que não há mais parcelas vencidas. A retirada do nome dos cadastros de restrição ao cré-

dito deverá acontecer em até cinco dias úteis. Nome negativado devido à falsificação de documentos Ao constatar que o nome foi incluído na lista de inadimplentes em função de falsificação de documentos ou utilização indevida do seu CPF, o recomendável é fazer ocorrência em delegacia. Em seguida, deve-se ir ao local no qual se administra o serviço de proteção ao crédito e apresentar os documentos para efetivar o cancelamento do registro. A partir da comunicação feita pelo consumidor sobre o equívoco, os bancos de dados e cadastros de consumidores têm obrigação de corrigi-lo, imediatamente, devendo comunicar o interessado em até cinco

dias úteis sobre a alteração realizada. Prazo máximo para cobrança Os cadastros e bancos de dados de consumidores não podem conter informações negativas referentes ao período superior a cinco anos, prazo em que é consumada a prescrição relativa à cobrança de débitos do consumidor. Determina o artigo 43, parágrafo 5º, que “consumada a prescrição relativa à cobrança de débitos do consumidor, não serão fornecidas, pelos respectivos Sistemas de Proteção ao Crédito, quaisquer informações que possam impedir ou dificultar novo

acesso ao crédito junto aos fornecedores”. Fonte: ~,http:ÿÿoglobo.~ globo.comÿeconomiaÿdefesa-~ do-consumidorÿos-direitos-~ de-quem-esta-com-nome-sujo-~ na-praca-17661348~, õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Nossa Casa Cinco hábitos da cozinha que você deve mudar agora Todo mundo tem uma mania ou outra na cozinha. Pode ser quando prepara um alimento, na hora de lavar a louça ou até mesmo usar algum objeto em demasia. O que às vezes não notamos é que essas manias podem ser prejudiciais à nossa saúde ou ao meio ambiente. Quer descobrir o que deve ser mudado na rotina da sua cozinha agora? Listamos cinco hábitos

comuns que devem ser alterados no seu cotidiano. 1. Lavar alimentos na pia Na correria para preparar a refeição, jogamos os alimentos na pia para lavá-los e esquecemos que, na maioria das vezes, esse espaço não está devidamente limpo. Por mais que você nem perceba, esse tipo de superfície acaba juntando resíduos que podem contaminar o alimento. A sugestão é utilizar algum recipiente para que ele não entre em contato direto com a pia: pode ser uma bacia ou um pote, mas bem limpinho. 2. Higienização das tábuas de corte Se tem um item que corre o risco de juntar bactérias ao

longo do tempo, é a tábua de corte. Seja ela de madeira ou de plástico, seu uso pode ser considerado até anti-higiênico. Isso acontece porque, graças aos cortes da faca, a superfície fica porosa e os alimentos podem entrar nessas ranhuras, aumentando a proliferação de bactérias. Para isso não acontecer, é essencial que a tábua seja higienizada imediatamente após o seu uso. Nada de deixar lá na pia, não. Use água quente e sabão para retirar todas as sujeirinhas e não guarde antes de estar bem seca. Outro truque valioso para fazer a lim- peza da tábua é usar a mistura de uma colher de hipoclorito de sódio 2,5% (a famosa água sanitária) em um litro de água.

3. Latas abertas na geladeira Sabe quando você abre a lata de leite condensado e usa apenas uma colherada? Sei que pode dar preguiça, mas é im- portantíssimo que você não coloque o recipiente aberto direto na geladeira. Isso porque a embalagem rompida pode passar substâncias tóxicas para o alimento. O ideal é que você passe o que sobrou do produto para algum outro pote -- de vidro ou de plástico -- e, aí sim, coloque para refrigerar. 4. Lavagem do pano de prato O pano de prato é um companheiro na cozinha. Ele serve para enxugar a louça, as mãos e até a pia. Por esse motivo, é um objeto muito propício à proliferação de bactérias -- ele pode estar mais contaminado do que a tampa de um vaso sanitário. Para evitar isso, os panos de prato devem ser trocados diariamente ou em dias alternados e lavados com água quente e água sanitária. É importante também que você tenha sempre três tipos em uso: um para enxugar as mãos, um para a louça e o outro para cozinha em geral, assim não há contaminação cruzada. É claro que, se você não quiser correr nenhum risco, sempre há a op- ção de panos descartáveis ou toalhas de papel. 5. Descarte de óleo no ralo Você já deve ter ouvido falar que o óleo de cozinha não deve ser descartado no ralo da pia, não é mesmo? Essa informação é totalmente verídica e deve ser seguida à risca. Primeiro, porque os componentes do óleo causam a obstrução do encanamento; segundo, porque ele contamina milhares de litros de água, causando consequências ambientais gravíssimas. A dica é armazenar o óleo velho em garrafas PET para depois levá-las aos postos de coleta da sua cidade. Assim, todo mundo sai ganhando. Fonte: ~,http:ÿÿ~ revistacasaejardim.globo.~ comÿCasa-e-Comidaÿ~ Reportagensÿnoticiaÿ2016ÿ~ 05ÿcinco-habitos-da-~ cozinha-que-voce-deve-~ mudar.html~, Vocabulário Em demasia: Excessivamente. Verídico: adj. Que é verdadeiro, autêntico. õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Vida e Saúde Depressão Depressão é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono e do apetite. É importante distinguir a tristeza patológica daquela transitória provocada por acontecimentos difíceis e desagradáveis, mas que são inerentes à vida de todas as pessoas, como a morte de um ente querido, a perda de emprego, os desencontros amorosos, os desentendimentos familiares, as dificuldades econômicas, etc. Diante das adversidades, as pessoas sem a doença so- frem, ficam tristes, mas encontram uma forma de superá- -las. Nos quadros de depressão, a tristeza não dá tréguas, mesmo que não haja uma causa aparente. O humor permanece deprimido praticamente o tempo todo, por dias e dias seguidos, e desaparece o interesse pelas atividades que antes davam satisfação e prazer. A depressão é uma doença incapacitante que atinge por volta de 350 milhões de pessoas no mundo. Os quadros variam de intensidade e duração e podem ser classificados em três diferentes graus: leves, moderados e graves. Causas Existem fatores genéticos envolvidos nos casos de de- pressão, doença que pode ser provocada por uma disfunção bioquímica do cérebro. Entretanto, nem todas as pessoas com predisposição genética reagem do mesmo modo diante de fatores que funcionam como gatilho para as crises: acontecimentos traumáticos na infância, estresse físico e psicológico, algumas doenças sistêmicas (ex: hipotireoidismo), consumo de drogas lícitas (ex: álcool) e ilícitas (ex: cocaína), certos tipos de medicamentos (ex: as anfetaminas). Mulheres parecem ser mais vulneráveis aos estados de- pressivos em virtude da oscilação hormonal a que estão ex- postas, principalmente no período fértil. Sintomas Além do estado deprimido (sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias) e da anedonia (interesse e prazer diminuídos para realizar a maioria das ativi-

dades), são sintomas da de- pressão: 1) alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional); 2) distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva praticamente diárias); 3) problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias); 4) fadiga ou perda de energia constante; 5) culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade); 6) dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se); 7) ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte); 8) baixa autoestima; 9) alteração da libido. Muitas vezes, no início, os sinais da enfermidade podem não ser reconhecidos. No entanto, nunca devem ser desconsideradas possíveis referências a ideias suicidas ou de autodestruição. Diagnóstico O diagnóstico da depressão é clínico e toma como base os sintomas descritos e a história de vida do paciente. Além de espírito deprimido e da perda de interesse e prazer para realizar a maioria das atividades durante pelo menos duas semanas, a pessoa deve apresentar também de quatro a cinco dos sintomas supracitados. Como o estado depressivo pode ser um sintoma secundário a várias doenças, sempre é im- portante estabelecer o diag- nóstico diferencial. Tratamento Depressão é uma doença que exige acompanhamento médico sistemático. Quadros leves costumam responder bem ao tratamento psicoterápico. Nos outros mais graves e com re- flexo negativo sobre a vida afetiva, familiar, profissional e em sociedade, a indicação é o uso de antidepressivos com o objetivo de tirar a pessoa da crise. Existem vários grupos desses medicamentos que não causam dependência. Apesar do tempo que levam para produzir efeito (por volta de duas a quatro semanas) e das desvantagens de alguns efeitos colaterais que podem ocorrer, a prescrição deve ser mantida, às vezes, por toda a vida, para evitar recaídas. Há casos de depressão que exigem a associação de outras classes de medicamentos -- os ansiolíticos e os antipsicóticos, por exemplo -- para obter o efeito necessário.

Há evidências de que a atividade física associada aos tratamentos farmacológicos e psicoterápicos representa um recurso importante para reverter o quadro de depressão. Recomendações Depressão é uma doença como qualquer outra. Não é sinal de loucura, nem de preguiça, nem de irresponsabilidade. Se você anda desanimado, tristonho, e acha que a vida perdeu a graça, procure assistência médica. O diagnóstico precoce é o melhor caminho para colocar a vida nos eixos outra vez. Depressão pode ocorrer em qualquer fase da vida: na infância, adolescência, maturidade e velhice. Os sintomas podem variar conforme o caso. Nas crianças, muitas vezes

são erroneamente atribuídos a características da personalidade, e nos idosos, ao desgaste próprio dos anos vividos. A família dos portadores de depressão precisa manter-se informada sobre a doença, características, sintomas e riscos. É importante que ela ofereça um ponto de referência para certos padrões, como a importância da alimentação equilibrada, da higiene pessoal e da necessidade e importância de interagir com outras pessoas. Afinal, trancafiar- -se num quarto às escuras, sem fazer nada nem falar com ninguém, está longe de ser um bom caminho para superar a crise depressiva. Fonte: ~,https:ÿÿ~ drauziovarella.com.brÿ~ letrasÿdÿdepressao~,

Vocabulário Anfetamina: s. f. Substância estimulante do sistema nervoso central. Ansiolítico: s. m. Medicamento que alivia a ansiedade. Antipsicótico: s. m. Medicamento que se destina a tratar, combater ou evitar psicoses e surtos psicóticos. Hipotireoidismo: s. m. Atividade insuficiente da glândula tireoide. Libido: s. f. Desejo sexual. õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Culinária Arroz de forno diferente Ingredientes: 4 xícaras de arroz cozido (arroz de véspera); 100 g de queijo muçarela ralada; 100 g de presunto cortado em cubos; 1 cenoura média ralada; 1 xícara de leite; 2 ovos; meio pote de requeijão; 50 g de queijo ralado; sal e pimenta a gosto. Modo de preparo: Em um refratário médio, misture o arroz, a muçarela, o presunto e a cenoura. Reserve. No liquidificador, bata os demais ingredientes. Passe essa mistura após batida para o refratário com o arroz e misture bem. Coloque em uma travessa média. Asse em forno, previamente aquecido, por 25 minutos. Se possível, use o dourador do forno por mais 5 minutos. Retire e sirva ainda quente. Fonte: ~,http:ÿÿwww.~ tudogostoso.com.brÿreceitaÿ~ 41649-arroz-de-forno-~ diferente.html~,

Danoninho caseiro Ingredientes: 1 lata de leite condensado; 2 caixas de creme de leite; 200 g de iogurte natural; 1 pacote de suco em pó, sabor morango. Modo de Preparo: Em um liquidificador, bata todos os ingredientes até obter uma consistência cremosa; despeje a mistura em um recipiente e leve à geladeira até que esteja firme. Fonte: ~,http:ÿÿwww.~ tudogostoso.com.brÿreceitaÿ~ 19728-danoninho-caseiro.~ html~, Farofa de Natal Ingredientes: 500 g de farinha de mandioca; 2 dentes de alho amassados; 3 colheres de sopa de azeite ou manteiga; 1 cebola média picada; meia xícara de azeitonas picadas; 1 pimentão pequeno picado; pimenta dedo de moça opcional; salsinha e cebolinha a gosto; 100 g de bacon picados; 100 g de linguiça calabresa defumada; 2 ovos picados. Modo de preparo: Refogue o alho, a cebola, o bacon no azeite ou na manteiga. Coloque a linguiça e deixe fritar. Em seguida, adicione o pimentão e as azeitonas até dourar. Vai colocando a farinha e mexendo sem parar, por último os ovos, a salsinha e a cebolinha. Fonte: ~,http:ÿÿwww.~ tudogostoso.com.brÿreceitaÿ~ 15392-farofa-facil-de-~ natal.html~, Quiche de bacalhau Ingredientes para a massa: 250 g de farinha de trigo; 125 g de manteiga; 1 gema; 1 pitada de sal; água gelada (se necessário). Ingredientes para o recheio: 500 g de bacalhau dessalgado e desfiado; 200 g de azeitonas pretas; 1 cebola picada; salsa picada; 2 colheres de sopa de azeite; 2 dentes de alho picados. Ingredientes para o creme: 2 ovos; 250 g de creme de leite; 250 ml de leite. Modo de preparo: Misture a farinha com a manteiga com as pontas dos dedos até fazer uma farofa. Acrescente a gema e o sal e continue misturando com os dedos. Para dar liga, acrescente, com calma, um pouco de água gelada. Abra a massa em uma forma redonda própria para quiche. Junte o leite, o creme de leite, os dois ovos com as gemas, misturando bem. Reserve esse creme. Refogue a cebola e o alho no azeite. Junte o bacalhau e, por último, acrescente a salsa picada. Jogue esse refogado sobre a massa da quiche e acrescente as azeitonas cortadas em rodelas. Para finalizar, acrescente o creme e leve ao forno médio por aproximadamente 40 minutos. Fonte: ~,http:ÿÿgnt.globo.~ comÿreceitasÿreceitasÿ~ quiche-de-bacalhau.htm~, õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Humor Viu o quê? A professora ia entrando na sala de aula, quando tropeçou no degrau da porta e caiu. Então começou a perguntar aos alunos: -- Juquinha, o que você viu? Ele respondeu: -- Suas pernas, professora. -- Uma semana de suspensão! -- Manuel, o que você viu? -- Suas coxas, professora. Então ela lhe deu duas semanas de suspensão. -- Joãozinho, o que você viu? Então ele começou a juntar os materiais e, ao sair, virou-se para os colegas, dizendo: -- Tchau, galera! Até o ano que vem!... Revisado por Paulo Felicíssimo Ferreira õoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõoõo Espaço do Leitor Nota: A Comissão Editorial da RBC esclarece que as cartas dirigidas a esta seção, buscando correspondentes, oferecendo produtos e/ou serviços, são de inteira responsabilidade de seus remetentes, e qualquer contato deve ser mantido diretamente com eles. Anúncio Meu nome é Elcio Fernandes. Há 28 anos faço bengalas de alumínio para cegos, todas com encaixe de latão, bastante resistentes e dobráveis em cinco partes. As ponteiras são fixas, mas dá para colocar ponteiras com rodinhas. Aceito encomendas para qualquer tamanho e quantidade. Os pedidos podem ser feitos através do telefone fixo (11) 5588-0889, ou por carta, para o seguinte endereço: Rua Onofre Silveira, 226 -- Americanópolis -- bairro do Jabaquara -- São Paulo-SP CEP: 04334-100.

Se alguém quiser me escrever em Braille, pode fazê-lo, que me dará muito prazer. Meu nome é Rubens da Silva Amador, tenho 61 anos e desejo me corresponder com pessoas que praticam maratonas, massoterapia e cursam inglês. Endereço: Rua Mário Baldassin, n.o 144 -- conjunto Della Rocha II -- Itapira-SP CEP: 13976-212. Tel.: (19) 3813-1896 õxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo Fim da Obra Transcrição: Lidiane Jansen Revisão braille: Jessica Medina e Chyene Kelen